Raposa cuidando das galinhas

julho 21, 2011

Ontem eu estava comendo um pastel na feira e atrás de mim dois rapazes conversavam (e muito), principalmente sobre furtos. Num dos casos um deles narrou o acontecido com um “camarada” (como disse ele). O camarada foi ao banco sacar dois mil reais e então, previamente combinado com um colega, eles fizeram o seguinte: após o saque eles se encontraram num lugar escondido, o colega deu-lhe um soco no queijo e foi embora com o dinheiro.

Em seguida o “camarada” foi a Delegacia registrou o BO, foi embora, encontrou-se novamente com o colega e repartiram os dois mil reais.

Coitada da empresa do camarada.

Idioma: espanhol intermediário

julho 11, 2011

Brasileiro é muito engraçado. Aprendeu a dizer “buenos dias” e aí já acha que sabe falar espanhol.

Só porque foi ao Paraguai comprar muamba e falou, em portunhol, com outros como ele e pronto: já tem vivência no exterior e sabe falar espanhol. Quando precisa, mesmo, falar espanhol (como fazem principalmente os nossos políticos), apenas falam em português com sotaque. A maioria deles, mal sabe o significado de: calle, perro e fecha.

Faça um teste. Leia o texto em seguida, sem usar o Google Translator.

“Era um chaval tan bruto, que cuando la maestra borraba la tarea de la pizarra, el la borraba del cuaderno”.

Você sabe qual é a diferença entre equino, equino e equino?

julho 11, 2011

 Até antes da “brilhante” reforma ortográfica da Língua Portuguesa, no ano passado, pelo menos um destes termos se escrevia eqüino, o que permitia diferenciá-lo dos outros dois. Agora não. Os três se escrevem da mesma maneira, embora um deles tenha pronúncia diferente.

Desta maneira, se num texto estiver escrito “Eu tenho um equino.”, pode ser três coisas. Se alguém falar “Eu tenho um equino” (pronunciando como escrito) pode ser duas coisas. Mas se alguém falar “Eu tenho um equino” (pronunciando eqüino) , aí você pode saber que alguém tem um cavalo.

Os outros dois equinos são: ouriço e moldura em forma de quadrante.

Para evitar confusão, tirei essas palavras do meu vocabulário. É melhor evitar o uso da palavra equino, qualquer que seja seu significado.

Embora sumidos, ainda se utilizam os Impressos e Livros Fiscais

janeiro 27, 2010

 Cada vez mais os computadores estão substituindo o papel. Mas isso na verdade não vem ocorrendo como se apregoava há uns quinze ou vinte anos. O ser humano ainda continua apegado ao manuseio de papéis. Para ele, folhear relatórios, ler memorandos, rabiscar ao lado de uma listagem, continua sendo o preferido.

Nós ainda não nos habituamos a ficar horas na frente de um monitor de vídeo. Por mais tecnologicamente avançado que ele possa ser, ainda causa desconforto visual, e até postural, ficar sentado de frente a um computador por longo período.

Para as empresas o consumo de papel ainda é elevado, mas poderia ser muito maior, não fosse, como dissemos no início, o trabalho intenso do computador no armazenamento de dados e informações, diminuindo bastante a produção de relatórios, listagens e documentos em papel.

Diversos impressos e livros fiscais já foram substituídos por equivalentes em meio magnético nos computadores. O Governo já aceita inúmeros relatórios, para prestação de contas, no formato de arquivos que são transmitidos diretamente de computador para computador. Isso facilita sobremaneira os trâmites burocráticos desses dados, agilizando e agregando segurança. Mesmo para as pessoas físicas, esta prática vem crescendo. Podemos citar, como exemplo, a Declaração do Imposto de Renda. A Receita Federal tem estimulado o uso de disquetes e transmissão dos dados via Internet, torcendo o nariz àqueles que ainda fazem a declaração de ajuste em formulário.

Contudo, não são todas as empresas que dispõem dos recursos para trabalhar dessa maneira. Para milhões de médias, pequenas e micro empresas, além dos profissionais autônomos, ainda há a necessidade de registros comerciais em livros e impressos fiscais. Os tradicionais livros Modelo 1, 2, 3; Modelo 56, 57 etc.; Livro Caixa, Conta Corrente e inúmeros outros, ainda são bastante utilizados.

Por conta da diminuição da procura, a oferta também se reduziu. Muitas papelarias e livrarias, que comercializavam impressos e livros fiscais, não o fazem mais. Poucas são aquelas que mantém itens em seu mix de produtos. Conversamos com Paulo Roberto Rodrigues, proprietário da Papelaria Pergaminho, na Mooca, Zona Leste da Capital, que demonstra sua satisfação: “É uma paixão antiga desde o tempo que eu, mocinho, fazia implantação de sistemas nas empresas e, por consequência, conhecia todos os modelos de livros fiscais”.

Hoje a Papelaria Pergaminho mantém esses produtos em estoque e Rodrigues vai um pouco além. “Costumo orientar os iniciantes no uso desse material. Há pessoas que nem precisam deles, mas descobrem a importância de utilizá-los. Elas têm dificuldade em acompanhar duas ou três contas bancárias, mas ao utilizar-se de fichinhas de Conta Corrente, por exemplo, passam a ter um controle bem mais seguro”. E necessidades similares ocorrem também com pequenos e micros empresários, conclui.

Brincando com o twitter

janeiro 2, 2010

Estou gostando de utilizar o twitter.  É uma maneira de me expressar em poucas palavras (aliás poucas mesmo, pois são no máximo 140 caracteres), o que nos faz ter mais cuidado com a forma de escrever. Exercitamos a concisão, coerência, eliminação do supérfluo, indo direto ao assunto.  Eu não utilizo artifícios do “internetês” para abreviar palavras economizando caracteres; a única coisa que me permito usar, é abreviar “você” por “V.”

Se V.  (olha eu aí economizando) quiser acompanhar minhas elocubrações no twitter, basta acessar:  www.twitter.com/paulo2401.  Adicionalmente, criei um personagem, Bisa, para colocar na boca dele algumas brincadeiras, tiradas sarcásticas e outras falas que eu não quero assumir. Bisa (apelido que os netos e bisnetos lhe deram) tem mais de oitenta anos. De vez em quando ele fica meio desmemoriado e fala algumas coisas pitorescas.  Experimente!

Assistir à F1 na Globo é um teste de paciência

maio 11, 2009

     Como está difícil aguentar as transmissões da Fórmula Um na Globo. 
     Os três (eu não falei Patetas) ontem (10/05) estavam tentando convencer o público que a  Brawn estava montando uma estratégia arrojada para fazer o Rubinho, um brasileiro,  chegar em primeiro lugar, em detrimento do Button, um britânico.
     Diversas voltas depois que os três comentaram e a televisão exibiu em close, vem a Mariana e diz que o Massa perdeu a calota esquerda.
     Toda vez que a televisão exibe aquela animação que mostra a aceleração, freio, marchas etc., (e isso já faz muitos anos) o Galvão se extasia e fica nos irritando com sua narrativa repetitiva.
     Ontem foi o dia em que eu mais usei o botão “mudo” do controle remoto da minha TV. Agradeço, emocionado, ao engenheiro que inventou esse dispositivo. 
     Mas, sejamos honestos, já houve transmissões muito piores.

Software para Lojas

maio 7, 2009

     Eu agora estou vendendo também software para lojas, ou seja, programas de informática para lojas, pequenas e médias. Trata-se de um sistema que permite controle de estoque, contas a pagar, contas a receber, além do uso de ECF – Emissor de Cupom Fiscal.
     Quem tem um pequeno comércio e precisa de um sistema para controles gerais, essa é uma excelente opção. Prático, simples, bem abrangente e sobretudo, a um preço bem vantajoso: R$ 598,00.
     Mais informações acessa meu site: www.papelariapergaminho.com.br.

Palestra sobre Empregabilidade

novembro 4, 2008

   Recentemente venho ministrando uma palestra para estudantes de faculdades ou cursos de tecnologia visando despertar neles a preocupação com a empregabilidade. Embora a palestra utilize como pano de fundo a empregabilidade na área de informática, ela serve para qualquer outra área.

   Caso alguma instituição de ensino de São Paulo deseje, poderei apresentá-la gratuitamente, é só entrar em contato comigo. Se quiserem ter uma idéia, façam o download de palestra em .PPS no endereço:

http://www.peopleconsulting.com.br/downloads/empregabilidade.pps

 

Pais: cuidem dos seus filhos!

novembro 4, 2008

   Um dia desses fui almoçar num restaurante chinês muito freqüentado por alunos de um dos mais importantes colégios paulistanos que fica nas imediações. Na mesa ao lado da minha estavam quatro garotas com idades entre 13 a 15 anos no máximo, conversando alto sem qualquer cerimônia.

   Até aí, tudo bem. O que me assustou foi o assunto, que não pude deixar de ouvir. Duas delas estavam discorrendo sobre as “qualidades” do lesbianismo (a quem elas chamavam de “caminhoneiras”), numa tentativa de convencer as colegas que essa prática é “legal”.

 

   Outro caso se deu com o filho de uma colega. O garoto, de 9 anos, está numa academia de judô.

   Contou minha amiga que uma vez veio uma mocinha (de uns quinze anos), lá da academia, pedir para que ela deixasse o garoto passar a tarde na casa dela. Por alguma razão minha colega não autorizou.

   No dia seguinte (ou aula seguinte) o garoto voltou correndo da academia e foi direto para o computador, navegar pela Internet. Pouco tempo depois (confuso) ele chamou a mãe para ver os sites que sua colega de 15 anos havia passado a ele: todos sites pornográficos.

   Cada um tire sua conclusão.

 

O estresse nos leva a fazer papel de bobo

agosto 31, 2008

     Um dia desses estava ouvindo a conversa de algumas moças no ponto de ônibus, e o assunto era as besteiras que a gente faz por causa do estresse do dia-a-dia.
     Uma disse que estava digitando um texto enorme e na hora de encerrar o Word deu a mensagem do tipo “clique OK para salvar” e ela, com toda consciência apertou o botão desligar.
     A segunda contou que estava no restaurante por quilo e só quando avisaram é que ela se deu conta que estava colocando a comida diretamente na bandeja em vez de pegar um prato.
     Já a terceira, rindo muito da própria confusão, disse que ficou um tempo parada na catraca do ônibus lotado e deu um branco: ela não se lembrava mais para que lado deveria girar a catraca.


Seguir

Obtenha todo post novo entregue na sua caixa de entrada.